domingo, 28 de novembro de 2010

A mudança - "Que se faça esta, a melhor hora... fazendo acontecer"

"Não existe melhor dia;
existe o dia que se começa.

Não existe melhor hora,
existe o momento em que se decide não perder mais tempo.

Não existe a situação ideal, o lugar ideal, a pessoa ideal. Existe a decisão
do momento, existe onde vivemos, e as pessoas que nos relacionamos.
Já a pessoa ideal, é irreal! A real, pode verdadeiramente nos fazer felizes.

Não existe o dia de começar, que seja especial. Não! Existe qualquer hora, que não é
a mesma hora. A hora é diferente; uma reflexão diferente toma a gente. Ao nos possuir,
por fatos/circunstâncias/acontecimentos que tem de ser aceitos. Neste momento, tomamos
consciência que é a hora certa de mudar. (Aceitar o que passou para o novo se manifestar).

Parece haver um Poder Maior do que nós, nos impelindo, nos dizendo: Não há onde se esconder. Nessa hora sentimos, profundamente, que 'somos frutos do que fazemos, e até do que deixamos de fazer'.

Conserve sua expectativa no melhor. Mas sabemos que muitas vezes as coisas não saem como planejamos. E este elemento surpresa, muitas vezes, supera o que esperávamos. Assim, as coisas virão com mais fluidez, com genuína sutileza. É como se fôssemos rio abaixo; não nadamos contra a maré. Podemos nos deixar ir, pelo que é. Não o que queremos.

Quero ganhar na loteria. Mas, se não ganho, a vida continua. O pior é constatar que sequer faço jogos de azar. Então, como terei sorte, algum dia? Repito: - Como querer ganhar, se não jogo?
Fazer coisas iguais esperando resultados diferentes, é sem dúvida "chover no molhado".

Sair do convencional, às vezes, é fazer um curso diferente, mas que se tem vontade. Outras vezes, é comer brócolis só porque faz bem a saúde. Mas sem dúvida, fazer. O que é preciso. O que o coração suplica, se faz urgente. Então, façamos algo diferente. Nos fazer diferentes. Ligar para o amigo, que não vejo há algum tempo. Escrever a carta. Começar a caminhar, e principalmente, continuar a caminhada.

No fundo veremos que o importante é continuar, fazendo o melhor, no hoje. E sempre, sempre tentando. Às vezes vivemos como se fôssemos eternos, deixando 'tudo' pra depois. Mas no momento fulgaz desta pobre mortal, (...) plantemos novas sementes, oportunidades. Plenas realizações, que começam com um singelo passo! Um dia de cada vez..."

(Carmen Ligia, outubro
de 2010).

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

VIDA-TEATRO [[Qualquer semelhança, seria mera coincidência?]]

Vai pelo amor que nunca teve

Fica com desejo que te perturba.

Vejo-me presa pelo laço do inimigo,

Propõe idílios, sem dizer palavra, tumultuando meus sentidos.



Meu sentimento é franco,

É fraco, é esquálido,

É veneno, é pouco

E de tão parco, talvez o maior que sentiu, a presença mais sublime

Desse tipo de amor que redime, sinto seu "pedido" e apresso minha partida;

Pede-me que fique, com 'olhinhos' meigos, disfarçados...

Já não posso ver sentido no seu corpo que foi torpor, mágico,

Ao qual chamaria de amor nesta vida-teatro; mero devaneio foi nosso ocaso.

Ora, não pense que sou poetisa tola, que joga cabelos pela janela, e sonhos na privada!

Chamaria amor, ou qualquer palavra suja, apenas pela maestria de quem precisa construir um enredo, não tola piada.

E no fim, do nosso começo, que não haverá jamais, vai cruzando meu passeio, remexe meu passado e seu gosto não sinto

O que sinto é latência, desconcerto, palavras que me faltam, e quando elas me faltam, eis a representação que ainda moras na saudade do que não fomos.

E foi-se, mas ficou aqui, memória de noite aterradora, com sentido desconexo; pulsar desconcertante do passado que mesmo agora, chego a tocar:

Uma noite chuvosa, vigorosa como seu ser ambíguo; tanto tinha a me dar, mas foi cruel

Esperava continuidade, eis o sabor do fel; o elixir de um encontro sem fim, infinito de nós dois, tola esperança

Teve que passar, mas ficaram lembranças...

E se foi, não ligou, não ficou, ou "só ficamos";

Iludido é o romance que não tem peso de amor, apenas tensão de corpos separados que eletricamente ainda se chamam,

Nestes esbarros na Academia, por acaso...

Para o desejo não há tempo, nem espaço!

Vai tolo menino, que não nos possibilita o que seria desfrute de noites infinitas

E pousa de flor em flor; um galho seco, em sua atmosfera árida

Seu ser só, que lembra meu íntimo sedento

E de nós, noite tempestuosa... Poucos segundos, tamanhos segredos.

Como 'andará' o sabor do seu beijo?

Por favor, não cante canções, mentiras ritmadas

Antes me envolva em silêncio, seja só a madrugada

E nós dois, ainda seremos? Ou somos linhas paralelas nesta vida-estrada?

Se ainda for o tempo de dizer, ainda há tempo...

Mas, para que o tempo

Se com você o tempo é inexistente?

Sem passado, futuro ou presente; promessas que não lhe cabem, enredo que até dispenso em nome da fantasia

Vem, então seremos

Apenas nós mesmos!

Você música, eu poesia;

Nostalgias?

Faremos sinfonias...

(Carmen Ligia Vila Nova).






segunda-feira, 22 de novembro de 2010

IMAGEM & EMOÇÃO = DEVANEIOS [[comemorando 50 postagens neste blog]] - Imagens Net e Arquivo Pessoal

video

Hoje contabizou em meu blog 50 POSTAGENS!

Olá amigos,
e blogueiros de plantão.

Pois é, vi agora que se contabizou 50 postagens em meu blog, que nasceu em março de
2010, e segue firme.

Em alguns meses muitos poemas... Noutros, poucos. Uns meses mais felizes, outros mais intimistas, e talvez nestes últimos, a vontade de escrever tenha me feito mais esperançosa, mais viva! Estas são as dualidades do meu ser, estranhos paradoxos da vida.

Bem certo que tenho inúmeros escritos inéditos, que objetivo lançar em um livro, quem sabe um e-book? Hoje vejo como uma real possibilidade. Mas o sonho ainda continua escrevê-lo em papel, no formato "antigo", ou seja, impresso. Sim, uma coletânea de poesias... Este é o plano para publicação do meu primeiro livro.

Aqui no blog não vejo a perspectiva de fazer um singelo diário, mas continuo buscando oportunidades para fazer meu primeiro livro, esperando que um editor se interesse por estes materiais, mostrando interesse em publicá-los. Mas pásmen: quero publicar material inédito! Posto aqui algumas das minhas poesias, usando até outros formatos - slides, e vídeos - que fiz com carinho, usando imagens retiradas da Internet. Variados formatos de ser/viver/fazer poesia...

De uma forma, ou de outra o que vale é a intenção: continuar escrevendo! Escrevi poucas matérias em formato dissertativo, mas vejo que esta é uma possibilidade infinita de enriquecer os materiais aqui distribuídos. O que busco, é falar das emoções que sinto, ou de um suposto/real 'eu lírico'... ["O Eu-lírico é quando o poeta expressa sentimentos que não sentiu necessariamente , ou sentiu com uma outra intensidade da realidade" (FONTE: www.overmundo.com.br/.../eu-lirico-opiniao)].

Continuo escrevendo, óbvio, buscando reconhecimento, visibilidade. Aqui é apenas um começo; mais perto me sinto de fazer jornalismo. Antes, terminarei o curso de História - com fé em Deus, e nas letras que virão...

Obrigada por fazer parte destas leituras, seguidores, e anônimos leitores, que acompanham meus pensamentos, realidade ("irrealidades"?) Do ser que poderemos vir a ser, mostrando ao mundo, um pouco de nós, sem temores, por amores destas letras imperfeitas, que esperamos ver ecoar na posteridade, e quem sabe, também na "eternidade"!

Atenciosamente,
Carmen.

Trailer do outro lado do rio.avi - FILME resultado do Curso Realização em Audiovisual, que vai ser exibido esta semana, agora com apoio da Prefeitura

"Trailer", entre aspas; apenas uma coletânea de imagens, de um dos colegas curso!

Olha o resultado aí, gente... E-mail do colega Baruch

Boa Tarde Pessoal

Atitudes corretas têm que ser louvadas. Hoje pela manhã uma comissão de alunos do NPDOV foi convidada para participar de uma reunião com Graziele, coordenadora do NPDOV e Bosco Rolemberg, Chefe de Gabinete da Prefeitura de Aracaju, que falou em nome do prefeito Edvaldo Nogueira. O Sr. Bosco ouviu nossas reivindicações e nos garantiu todos os tópicos pedidos e apoio a realização do evento, além disso, se mostrou aberto a futuras conversas para um maior fortalecimento do Audiovisual Sergipano.

MINHA RESPOSTA, POR E-MAIL:

Boa Tarde, caros colegas

Fico muito feliz com o resultado positivo de todo este empenho, por parte de Baruch, e estes
amigos do NPDOV, que fizeram a linha de frente e persistiram.

Creio que uma peça fundamental neste processo, foi esta interatividade com a sociedade,
mostrando aqui, via Net, nosso repúdio a falta de atenção que estava sendo imposta.
Mas parece que teremos um "final feliz", como no melhor dos filmes "a la Hollywood"!
Prova que quem se comunica, não fica com mãos vazias!

Agradeçemos ao Srº Bosco Rolemberg, em nome do Srº Prefeito Edvaldo Nogueira,
por nos apoiar, ainda que encima da hora... já que o evento é nesta semana.
E ainda mais garantido TODOS os tópicos pedidos? Prova que ação organizada traz resultados
benéficos. O cenário do Audiovisual sergipano agradeçe.

Parabéns Baruch, Aline, e todos estes que se posicionaram na linha de frente.
É isso aí... Foi dada a largada, quem sabe uma nova etapa da História do Audiovisual
sergipano esteja sendo escrita...

Att,
Carmen Ligia

A luta pelo reconhecimento do audiovisual segipano CONTINUA...

Muito interessante acompanhar o interesse generalizado pela reivindicação por melhores condições para o audiovisual sergipano, dos alunos do NPDOV, encabeçado pelo colega Baruch (estudante audiovisual da UFS)
Acompanhe em:

http://audiovisualkipa.wordpress.com/2010/11/21/realizadores-em-audiovisual-reivindicam-reconhecimento-da-categoria-e-melhorias-no-setor/#comments

Lá postei o seguinte comentário:
Acredito que todos, ligados ou não ao NPDOV e cenário do audiovisual, merecemos, enquanto sociedade, que as promessas falazes se transformem em práticas verdadeiras. Então, que a Prefeitura aracajuana cumpra com sua parte do acordo, ou seja, mantenha o NPDOV, e divulgue nossos trabalhos dignamente, para que nosso potencial, esforço, e interesse pelo cenário do audiovisual sergipano possa cumprir seu papel, ou seja, divulgar a 7ª Arte que É FEITA em nosso estado.
Uma falta de respeito a nós, contribuintes deste erário público, que esperamos ver os impostos sendo revestidos em cultura, educação, e etc.
Comento uma matéria a cerca da Reivindicação em Audiovisual em meu blog:
Link: http://aprendizdepoetaenavida.blogspot.com/2010/11/reinvidicacao-em-audio-visual-por.html
ESTAMOS JUNTOS NESTA LUTA; colegas do NPDOV, contem com minha singela contribuição!
Carmen Ligia

sábado, 20 de novembro de 2010

19/11 para 20/11/2010 = REENCONTRO = Dilema Existencial (Minha Coletânea de Poesias)

Aprendiz de Poeta, e na vida (por Carmen Ligia): Dilema Existencial (Minha Coletânea de Poesias)

Reivindicação em Audiovisual - por Carmen Ligia


Boa Tarde

Vídeo não se faz, apenas... Vídeo se sente.
Em dias exaustivos, sol a pino, luz que estoura,
ator profissional que trabalha sem um real...
Atriz que se encontra de última hora e se faz maestria;
estou falando de D. Francisca, que trabalha no Mercado
Albano Franco, que com desprendimento
tamanho, participou de uma montagem de vídeo
clipe... (Banda Ode ao Canalha)
Este foi o meu primeiro curso no NPD Orlando Vieira.

O NPDOV, em se falando de estrutura para se fazer um curso, que se propõe
público, gratuito e de
qualidade (misto de um investimento federal e de esfera local, ou seja, a prefeitura),
é, como quase todo serviço público do nosso país, um tanto quimérico, fantasioso.
Falta suporte. Cadê a Funcaju? Cadê a nossa prefeitura (de Aracaju)?

A verdade é que muitos tem interesse em se inserir neste meio, ou seja, o Audiovisual.
Posso falar meu exemplo, que sou estudante de História, e amante do Cinema.
Profissionais de variadas áreas, que concordam que a imagem é mais que tecnologia,
ou ferramenta; esta pode ser um ponto de convergência de discussões, teorias,
e que poderão ser sintetizadas com a 7ª Arte para
chegar a muitas pessoas, democratizando a arte, e os saberes. Cursos em Audiovisual
são muito bem vindos sim, obrigada.

O NPDOV, especificamente, tem pessoas dedicadas, que dão muito de si, e aqui, sem pessoalismos,
porém tenho que citar: a pessoa da Graziele, sempre tão preocupada em fazer de parcos
recursos, até de estrutura física, possibilidade de continuar tocando um sonho... Sim,
tenho de citar também o Renan, que fez daquele lugar seu lar, dada a dedicação de seu tempo,
e vida ao Núcleo.

Há de se pensar... Não, o NPDOV é recente. Ora,
profissionais de gabarito, especialistas premiados vem ao nosso estado dar curso
voltado a criação de curtas - a exemplo da equipe Kinoarte, de Londrina.
O curso de Realização em Audiovisual, foi um curso gratificante, estimulante.
Daqueles certificados que dá muita vontade de se colocar em moldura, para admirar,
e lembrar, da dedicação de uma equipe, e esforço desprendido.
Mas a verdade é que "Tira-se dinheiro do próprio bolso" para fazer um curta, já que não existe nenhuma ajuda, da esfera federal
ou local, para se financiar o filme (pasmén, é preciso bem mais que uma câmera na mão
para se fazer filmes - para esclarecer os políticos e poderes constituídos de plantão). Sem falar
no tempo... Em que se passa o dia inteiro em atividade, com filmagens, dorme-se meia noite
e acorda-se 3 da madrugada
para ir noutra locação. Por favor, Srº Edivaldo, merecemos um mínimo de respeito!

A Prefeitura se apodera de nosso suor, e enquanto aprendizes ganhamos apenas um papel - bem verdade,
talvez apenas para colocar-se em uma parede. Não é o que procuramos quando paramos tudo em uma semana,
a exemplo do curso de Realização em Áudio Visual. Procuramos sim, espaço, visibilidade, fomentar a
prática no audiovisual sergipano, e mostrar nosso trabalho, MOSTRAR, exibir nossos trabalhos. Pásmen, grandes
trabalhos que foram feitos no presente ano, ao qual tive privilégio de participar de dois. PRIVILÉGIO, apesar
do estranho amargor que é ver nosso esforço tão profícuo, tão COLABORATIVO se tranformar
em uma reuniãozinha informal, sem o devido noticiamento nos meios de comunicação, sem o respeito
a sociedade e aos profissionais que fazem audiovisual em nosso estado, que independente de estarem diretamente
ligados ao NPDOV, ou não, merecem ter eventos em pauta para ver os talentos, e belas iniciativas do meio.

Creio que o material que foi produzido no NPDOV mereceria apoio, uma estrutura maior
para mostra de filmes, e me aproprio do
dizer do colega Baruch, como se faz aos "Moto Fest da vida"! Precisamos criar uma cultura de
audiovisual em nosso estado. Estamos ainda dando os primeiros passos. Mas
não podemos permitir que a prefeitura e poderes constituídos se apoderem do nosso
trabalho, dos curtas e afins, e nos excluam do sistema, ou seja, fiquem com o
produto acabado, se promovam, e nos deixe de fora,
sem uma exposição séria, e de amplo alcançe, e sem
qualquer reconhecimento dos alunos envolvidos. Com uma mostra séria é que teremos
oportunidade de profissionalizar nossos saberes adquiridos no NPDOV, e noutros cursos.

Sabe-se que morrem pessoas diariamente por falta de estrutura hospitalar, em nosso estado.
Sabemos também que existem muitas necessidades para o erário público. Mas pasmén.
É lei. Não estamos pedindo favores. Enquando cidadãos, exigimos que evite-se propagandas enganosas
a cerca dos cursos que a Prefeitura Aracajuana "abraça". Nega-se a dar um patrocínio com valor simbólico, para
algo tão maior, pois estes curtas tem potencial para participar de Festivais nacionais, quiçá internacionais.

Pare de nos fazer de fantoches, Edvaldo Nogueira. Não estamos brincando de fazer cinema. Queremos profissionalização,
qualificação, e espaço!

Prefeitura não se representa apenas; a vida não é cinema.
Caro Prefeito,
ao menos
receba o povo, receba- nos...
Recaba as reivindicações, e trabalhe
pelos compromissos assumidos
perante a sociedade.
Então páre de fazer "arte"...


Meus caros colegas de curso, estou com vocês
E por favor, não vamos desistir.
Insistir.
Resistir.
Para a Arte não morrer, para o cinema em Sergipe seguir.

Carmen Ligia Vila Nova,
é estudante de História da Universidade Federal de Sergipe.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

POSITIVE - Conto, neste poema, a versão do homem sem fé, "vítima" das circunstâncias. Mas quando passa a ver a vida com olhos de gratidão...

Te amo sempre, e ainda

Te amo sempre, e ainda (Texto completo)

"Penso, lembro; passa
Vem, e me abraça
Esqueço, para alcançar a madrugada
E chega mais um dia, sem graça

Horas, elas são vorazes
E raios, e estrelas
E tormenta, e calmaria
Noite fria sem você

Olha, vem que ainda é tempo
De dividir sonhos, e leito
De multiplicar desejos
Ou simplesmente sorrir, ao te abraçar

Vai chegar, outra noite fria sem você
Deixa estar, fico a fenecer
Do que nunca vivemos, lamentos
E do que foi vivido, tempo perdido?
Meros conhecidos!

"E de te querer, amiúde", despido de velhas barreiras
Em pedaços, fragmentos, a centelha ainda, viva
E você, distante
Fico, e sinto
E o mar leva tudo,
Só não leva o amor, do meu peito.

Alento seria O SEU PEITO
Desatento, só mais um dia...
Solidão
Nostalgias...
Morro em desejos,
Eu te amo!
Sempre!

E ainda"...

(Poesia de Carmen Ligia, em 02 de novembro, 2010).